Consultas de Psicologia em Lisboa

Dr. António Pazo Pires

António Pazo Pires

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O meu tempo de trabalho é repartido pela atividade clínica, pela formação de psicólogos e psicoterapeutas em várias Sociedades de Psicanálise e Psicoterapia, pelo ensino como professor no ISPA, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, e pela investigação científica nas áreas da Psicoterapia, Parentalidade e Psicologia da Saúde. O tempo de lazer é passado com a família e amigos, caminhadas na natureza, ténis com um grupo de amigos, e faço parte de um grupo de Biodanza e de um grupo Zen. 

 

Consulta de Psicologia

      Se quiser saber o que é a psicoterapia psicanalítica veja a séria do Canal 1 de Segunda a Sexta por volta das 23h chamado Terapia

 

Conhece-te a ti prórpio

O princípio básico da Psicanálise é: "Conhece-te a ti próprio". O sofrimento resulta da falta de auto-conhecimento. Mas não é um conhecimento intelectual. O conhecimento real é equivalente a uma união consigo próprio, uma aceitação total e consciente de si próprio, do que antes era rejeitado, negado. neste sentido a psicanálise é uma forma de nos tornarmos aquilo que somos porque devolve á pessoa o que lhe pertence e durante a vida perdeu ou foi incapaz de desenvolver.

 

A quem se destina a consulta de Psicologia, de Psicoterapia ou Psicanálise?

A pessoas em dificuldade,em sofrimento, ou a pessoas interessadas no conhecimento pessoal e auto-realização.

    Com muita frequência os pacientes iniciam o tratamento com alterações no desejo. Este está diminuído, deformado, desaparecido. Parecem sofrer duma negação do desejo. Caminham como que anestesiados, incapazes de sentir, de desejar, e têm dificuldades em relacionar-se com os outros. Em alguns casos a pessoa sente um vazio, falta de força e de energia. Queixa-se de falta de motivações na sua vida, de ansiedade sem perceber porquê, ou incapacidade para fazer frente a situações complicadas, e tende a estar insatisfeita com a vida.

      O caso mais comum são as situações de humilhação e desvalorização continuada em idades precoces que tornam a pessoa mais depende do exterior para a sua valorização. São inseguros de si. Procuram sempre dar uma imagem melhor de si próprios. A capacidade para se afirmarem diminuiu, estão sempre a achar que os outros são melhores do que eles…ou refugiam-se atrás duma carapaça.

      Nas situações de separação perda, luto ou a falta dele a pessoa sente um peso e uma perda de interesse pelo mundo exterior. Sente-se incapaz de investir em novas actividades e passa o tempo a lembrar o mesmo. Como se estivesse deprimida sem causa aparente, ou chora compulsivamente sem algo que o justifique. Por vezes sente-se incapaz de sentir qualquer emoção, possuída por uma indiferença que a atormenta apesar de todos os esforços para sentir alguma coisa.

Blog de Psicanálise

Psicologia, Psicoterapia e Psicanálise

       "O Jorge tinha perdido o pai mas nunca tinha sentido tristeza pela perda. Não era capaz de uma reação emocional direta mas apenas através das experiências tristes dos outros. Só era capaz de se sentir triste quando algo desagradável como doenças ou falecimentos ocorriam a alguém do seu círculo de amigos…"

        "A Fernanda não fazia o seu luto porque em vez disso assumiu o lugar da mãe falecida, as suas responsabilidades, as suas cargas, o seu carrego. Digamos que se identificou com o papel da mãe e sendo assim o ente querido não faleceu, continuava vivo. Cumpria a missão da mãe, ocupava o seu lugar. Como se lhe tivessem jurado que ia agir por ela. Não chorava pela perda porque se identificava à própria pessoa perdida."

      "No caso de Maria a perda ocorreu na infância e ela achava que isso não tinha tido grandes consequências. Costumavam dizer-lhe que “reagiu muito bem”, e durante a terapia consciencializou sentimentos de culpa como se tivesse sido responsável ou expressava o desejo de ser cuidada como não tinha sido após a morte da mãe."

(Jorge, Fernanda e Maria são nomes fictícios)

 

          O luto ocorre quando morre um ente querido. A pessoa em luto sente um peso, e uma perda de interesse pelo mundo exterior na medida em que este já não evoca esse alguém. Sente-se incapaz de se interessar por um novo amor, até por receio que isso signifique substituir o anterior. A memória visita recorrentemente as experiências com essa pessoa desaparecida, o que ela dizia, como era, o que faziam e afasta-se de qualquer atividade que não esteja ligada a pensamentos sobre ele. A pessoa encontra-se “recolhida”.
         Um luto demasiado prolongado é visto facilmente como uma dificuldade em fazer o luto mas a ausência de luto deve ser vista igualmente como um problema. O luto não expresso vai de alguma forma manifestar-se mais tarde por depressões sem causa aparente, ou por choro compulsivo sem algo que o justifique como se o afeto se tivesse separado do acontecimento que lhe deu origem. Nuns casos a pessoa sente-se incapaz de sentir qualquer emoção. Possuída por uma indiferença que o atormenta apesar de todos os esforços para sentir alguma coisa.
        A perda (e o luto) está associada habitualmente ao falecimento de um familiar próximo mas não é impossível ter ocorrido com a separação dos pais, ou a uma perda de amor. Um dos sentimentos que desencadeia é a zanga contra a pessoa perdida. Mesmo a morte de uma pessoa próxima pode mobilizar a zanga. Nas fases em que a terapia já permitiu recordar e elaborar essa zanga os pacientes recorrem com alguma frequência a um investimento dos aspetos positivos da pessoa perdida. Pode expressar como gostavam de ter partilhado com ela as coisas boas.

 

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Tenho consultório em Lisboa entre o Jardim Constantino e a cervejaria Portugália na Av. Almirante Reis.

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